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Por Adalberto Meireles

(publicado em A Tarde)

 

O filme Depois da Chuva, de Cláudio Marques e Marília Hughes, participa de seis festivais em setembro e outubro nos Estados Unidos, Argentina, Suécia, México e Finlândia e terá uma sessão na Cinemateca de Boston, organizada pelo crítico e professor Gerald Peary. Com essa maratona internacional, o longa baiano, que tem previsão de estreia comercial até o final do ano ou início de 2015, soma presença em 22 festivais desde que começou carreira em 2013. 

Preparado para acompanhar exibições na Argentina e nos Estados Unidos, Cláudio Marques exulta com a trajetória e destaca, entre os festivais dos quais já participou, Brasília, onde o filme ganhou os prêmios de trilha sonora, roteiro e ator (Pedro Maia), e Roterdã, na Holanda. “A nossa meta era estrear no Brasil em Brasília, que consideramos o mais importante festival do país, e em um dos cinco principais do mundo. Conseguimos Roterdã”, destaca o cineasta.

 A maratona começa pelo Harlem International Film Festival (10 a 14 de setembro), em Nova York, que tem entre os incentivadores a atriz Susan Sarandon, homenageada na primeira edição. O Festival Internacional Unasur Cine, em San Juan, na Argentina, programado para 12 a 19, reúne cineastas, pensadores e críticos da América Latina. Selecionou 200 filmes para exibição, mas apenas oito estão em competição. Depois da Chuva é um deles.

Uma das grandes expectativas de Cláudio é a sessão na Cinemateca de Boston (26 de setembro), uma das mais antigas dos EUA. Gerald Peary, conta o cineasta, organiza exibições quinzenais ali, para onde acorrem muitos estudantes, sobretudo da Universidade de Boston. O crítico viu Depois da Chuva, gostou, fez questão de exibir (“nem mesmo ele se lembra do último brasileiro convidado”) e vai mediar o debate com a presença de Cláudio.

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Cinemateca de Boston

 

O filme segue carreira participando do AFI Latin American Film Festival (18 de setembro a 8 de outubro), em Washington, que apresenta cineastas latinos em seus primeiros trabalhos, nos EUA, e vai em seguida para o Film Festival in Scandinavia, na Suécia, também dedicado ao cinema latino, que acontece de 1º a 5 de outubro.

Participa do Oaxaca Film Fest, um dos principais do México, programado para 4 a 11 de outubro, que selecionou cerca de 90 filmes, com apenas oito em competição, entre eles Depois da Chuva. E, finalmente, o Cinemaissí – Latinalaissen American Elokuvafestivaali em Helsinki, na Finlândia, de 22 a 26 de outubro. Claudio estará presente no Unasur e no AFI, além de participar do debate na Cinemateca de Boston. Marília acompanha o filme no Harlem Film Festival.

 

 

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